O boneco inflável do ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva, apelidado de "Pixuleko", sofreu um golpe de faca, hoje (28/08), em São Paulo. "Pixuleko" foi levado para participar de uma manifestação que estava sendo realizada no viaduto do Chá. O boneco está vestido de presidiário com o número 13-171 e apareceu em Maceió na manifestação de 20 de agosto.
O boneco deve correr alguns estados da região sudeste e do nordeste. Ele pertence ao Movimento Brasil.
Uma mulher foi acusada de ter esfaqueado o boneco. Ela foi levada para a delegacia e negou ter esfaqueado "Pixuleko".
APREENSÃO
A Polícia Civil queria apreender o boneco, afim de levá-lo para fazer perícia, mas o integrante do Movimento Brasil, Ricardo Honorato, disse que "Pixuleko" já tinha viajado para Maceió onde será consertado. Honorato disse que não vai deixar de levar o boneco para às ruas.
VIVA A DEMOCRACIA
O presidente nacional do PT, Rui Falcão, não vê novidade na afirmação do ex presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em dizer que poderá sair candidato ao Planalto em 2018. Lula. A afirmação foi feita hoje pela manhã na rádio de Itatiaia, em Montes Claros (MG), distante 417 kms de BH. Segundo Rui Falcão, este o maior temor, da oposição, e o desejo do partido.
"Por isso é que existe uma campanha, orquestrada pela oposição, para "derreter" Lula", disse Falcão.
BABILÔNIA
A novela "Babilônia", da Rede Globo, fracasso de público, deu um fim trágico para suas duas principais personagens, Beatriz e Inês. O fim das duas, morreram juntas num acidente após uma "fuga" da penitenciária.
O outro personagem principal, Aderbal Pimenta, eleito governador, foi preso logo após fazer o juramento de posse. quem ficou em seu lugar foi sua mãe, Consuelo Pimenta.
E a Karen, ex mulher do Luis Fernando, acabou casando com o personagem interpretado pelo ator Márcio Garcia.
E, como não poderia deixar de ser, Vinicius e Regina se casam.
O mundo da ficção é bom por isso, tudo pode acontecer e sai do jeito que o autor quer.
A novela foi uma das piores já exibidas pela Globo!!
Ex ministro José Dirceu e mais quatro
serão ouvidos pela CPI na segunda-feira, em Curitiba
A Comissão
Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras vai ouvir cinco pessoas nesta
segunda-feira (31) em Curitiba, entre eles José Dirceu, ex-deputado e
ex-ministro da Casa Civil. Ao todo, a CPI pretende ouvir 13 pessoas e fazer
pelo menos uma acareação até a quinta-feira (5) na capital paranaense. Todos os
depoentes estão presos, acusados de envolvimento em irregularidades na Petrobras
no contexto da Operação Lava Jato.
Além de José
Dirceu, serão ouvidos na segunda-feira Jorge Zelada, ex-diretor da área
Internacional da Petrobras, e três empresários. Dois são executivos da
empreiteira Andrade Gutierrez: Otávio Marques de Azevedo e Elton Negrão de
Azevedo. O terceiro é João Antonio Bernardi Filho, representante no Brasil da
empresa italiana Saipem.
"Como a
logística para que essas pessoas venham a Brasília requer policiamento e
aviões, a CPI entendeu que é mais prático ir até o Paraná, como fez da outra
vez", disse o relator da comissão, deputado Luiz Sérgio (PT-RJ).
Os
depoimentos serão tomados no Foro da Seção Judiciária do Paraná, a partir das 9
horas.
Quem são os
depoentes:
JOSÉ DIRCEU
O
ex-ministro foi preso na 17ª fase da Lava Jato. Condenado no processo do
mensalão por corrupção ativa, Dirceu cumpria pena de 7 anos e 11 meses de
prisão em regime domiciliar desde novembro do ano passado.
O Ministério
Público Federal suspeita que a empresa de consultoria de Dirceu tenha recebido
dinheiro das empreiteiras que tinham negócios com a Petrobras por meio de
contratos fictícios, formalizados apenas para justificar pagamento de propinas.
A empresa de
consultoria dele, a JD Assessoria e Consultoria, recebeu R$ 29 milhões entre
2006 e 2013. A defesa do ex-ministro sustenta que os pagamentos foram feitos em
troca de serviços de consultoria efetivamente realizados.
As
informações que levaram Dirceu novamente à prisão foram fornecidas
principalmente por Milton Pascowitch, acusado de ser intermediário de pagamento
de propina de empresas contratadas pela Petrobras, como a Engevix, a diretores
da empresa.
O empresário
contou à Polícia Federal que José Dirceu, por meio da empresa JD Consultoria,
intermediou a contratação da Engevix pela Petrobras para a construção da
unidade de tratamento de gás de Cacimbas, em Linhares (ES), um projeto de R$
1,4 bilhão.
JORGE ZELADA
Foi o
sucessor de Nestor Cerveró, também preso pela Operação Lava Jato, na diretoria
da área Internacional da Petrobras. Ele comandou o setor de 2008 a 2012.
Zelada foi
acusado de envolvimento em recebimento de propina pelo ex-diretor de
Abastecimento da estatal Paulo Roberto Costa e pelo ex-gerente da área de
Serviços Pedro Barusco. De acordo com Barusco, Zelada foi beneficiado na época
em que era gerente de obras de Engenharia e Serviços. Barusco não soube
informar se Zelada continuou a receber vantagens indevidas no cargo de diretor
da área Internacional.
Jorge Zelada
foi denunciado por corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.
Segundo a denúncia, os lobistas Hsin Chi Su, também chamado de Nobu Su, e
Hamylton Padilha repassaram 31 milhões de dólares em propinas para Zelada, para
o ex-gerente da Petrobras Eduardo Musa e para o PMDB. Conforme a denúncia, o
partido era o responsável pela indicação de Zelada para o cargo e beneficiário
do dinheiro ilegal do esquema.
OTÁVIO
MARQUES DE AZEVEDO
Presidente
da Andrade Gutierrez, Azevedo foi preso na 14ª etapa da Lava Jato. Ele admitiu
em depoimento, um mês antes, ter sido procurado por Fernando Antônio Falcão
Soares, conhecido como Fernando Baiano, para que a empreiteira fizesse doações
de campanha ao PMDB.
Soares,
também preso em Curitiba, era na época representante da empresa italiana
Acciona e propôs a ele parcerias em negócios, como ampliação do Canal do
Panamá, mas nada foi adiante. Azevedo afirmou em depoimento não ter atendido a
nenhum dos pedidos.
O principal
executivo da empreiteira negou que a Andrade Gutierrez tenha participado do
esquema de cartel em obras da Petrobras. Ele alegou que o fato de a
empreiteira, apesar de ser a segunda maior do país, ocupar apenas a 12ª posição
na participação de contratos com a estatal é uma prova de que não houve
pagamento de propina.
ELTON NEGRÃO
DE AZEVEDO
Executivo da
Andrade Gutierrez, foi preso junto com o presidente da empresa na 14ª fase da
Operação Lava Jato. Segundo o ex-gerente de Serviços da Petrobras, Pedro
Barusco, a empreiteira pagou propina relativa a seis contratos da Petrobras,
com valor total de R$ 4 bilhões.
Paulo
Roberto Costa também acusa a Andrade Gutierrez de pagar propina em troca de
contratos da Petrobras. Ele disse que quem intermediava os pagamentos era
Fernando Soares, o Fernando Baiano.
JOÃO ANTONIO
BERNARDI FILHO
Empresário,
foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) por corrupção ativa e
passiva e lavagem de dinheiro junto com o ex-diretor de Serviços da Petrobras,
Renato Duque; com a advogada Christina Maria da Silva Jorge; e com os
empresários Antônio Carlos Briganti Bernardi e Júlio Gerin de Almeida Camargo.
Segundo a
denúncia, Bernardi, representante da empresa italiana Saipem, controlava a
offshore Hayley, com sede no Uruguai e conta bancária na Suíça, usada para a
lavagem de dinheiro e o pagamento de propina a Duque.
De acordo
com o MPF, Bernardi ofereceu vantagem indevida a Duque em troca do contrato de
instalação do gasoduto submarino de interligação dos campos de Lula e Cernambi,
localizados na Bacia de Santos, com a Petrobras.
Segundo a
denúncia, entre janeiro e agosto de 2011 João Bernardi ofereceu R$ 100 mil a
Duque para que a Saipem vencesse a licitação do gasoduto.
OUTROS
DEPOENTES:
Na
terça-feira (1), a CPI pretende ouvir seis pessoas: cinco executivos da
construtora Odebrecht e um ex-funcionário da Petrobras.
Entre os
depoentes, está o presidente da empreiteira, Marcelo Odebrecht. Ao todo, a
Polícia Federal prendeu oito executivos da empresa, suspeita de pagar propinas
de mais de R$ 500 milhões a diretores da Petrobras e agentes políticos em troca
de contratos com a estatal.
Além do
presidente, serão ouvidos na terça os executivos Márcio Faria da Silva, Rogério
Santos de Araújo, César Ramos Rocha e Alexandrino de Salles Ramos de Alencar.
Está
previsto para o mesmo dia o depoimento de Celso Araripe de Oliveira, ex-gerente
de Projetos da Petrobras. Ele foi acusado de receber propina de R$ 1,4 milhão
da Odebrecht em troca da construção da sede da estatal em Vitória (ES).
Na
quarta-feira (2) devem ser ouvidos o publicitário Ricardo Hoffmann,
ex-vice-presidente da agência Borghi/Lowe; e o empresário Fernando Antônio
Guimarães Hourneaux de Moura. Hoffmann é acusado de intermediar contratos
fraudulentos de publicidade com o Ministério da Saúde, com a ajuda do
ex-deputado federal André Vargas. Moura, por sua vez, é apontado pela PF como
representante do ex-ministro José Dirceu na Petrobras. Ele foi acusado por
Milton Pascowitch de ter recebido R$ 5,3 milhões em propina pelo contrato de
obras da Unidade de Tratamento de Gás Natural de Cacimbas, em Linhares (ES).
No mesmo dia,
a CPI pretende fazer uma acareação entre o empresário Augusto Ribeiro Mendonça,
o ex-diretor de Serviços da Petrobras; Renato Duque e o ex-tesoureiro do PT
João Vaccari Neto.
Mendonça,
presidente da Setal Engenharia, disse ao Ministério Público que pagou de R$ 50
milhões a R$ 60 milhões em propina ao ex-diretor de Serviços da Petrobras
Renato Duque entre 2008 e 2011. Ele disse que parte da propina foi paga na
forma de doações oficiais ao PT. Duque e Vaccari negam.
Reportagem – Antonio Vital
Edição – João Pitella Junior
Edição – João Pitella Junior

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